30 de agosto de 2012

Desligo por um segundo

meus sentidos, mergulho em tudo o que eu sei e o que eu não quero jamais conhecer. Forço-me a não acreditar, a não ceder um minuto sequer. Odeio suas promessas. Odeio seu jeito de me silenciar. Eu sei que não será do jeito que foi dito. Eu sei que não há futuro para isso. Prendo na garganta as palavras que eu tenho a dizer. Esqueço-me de tudo. Eu te quero tanto que dessa vez estou disposta a me machucar, amor.


Kamilla de Muinck.

22 de agosto de 2012

Tento fechar a porta,

mas você insiste em abri-la. Penso que não é impossível lutar contra o que se sente, mas então suas palavras chegam e fazem em mim um efeito inexplicável. Você tenta me convencer das possibilidades, maneiras de ter dado certo. Tento fechar as feridas, mas você as abre, como se tudo fosse um divertido jogo. Você não percebeu que eu não quero mais jogar?



Kamilla de Muinck.
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