28 de março de 2010

Não somos um robô.

Viver é uma experiência extremamente complicada... principalmente quando existem regras para tudo. Não aguento ver as pessoas com seus estereotipos e modas ditadas. Se eu pudesse escolher como uma vida seria, colocaria como primordial você ter que conviver apenas com quem você quer conviver. Não é a pior coisa do mundo você ter que ser educada e usar de um sorriso falso para uma pessoa no colégio, no trabalho, no ambiente pessoal, enfim... quando na verdade o que você mais queria era voar no pescoço daquela pessoa? Mas aí vem aquela palavrinha - prudência - te dizendo que você não pode fazer isso. Infelizmente dependemos da pessoa. E porque não dizer que convivemos com determinados tipos de pessoas apenas por interesse? Eu observo e cada dia mais afirmo isso. Trata-se de um interesse mútuo, mas é um interesse. Nós seres humanos gostamos de enfeitar muito a verdade. Quando se sente que você trocaria sua felicidade para ver o outro feliz, aí sim estaremos diante de um sentimento verdadeiro. Difícil é aprender a lidar com isso. Ás vezes complicamos demais o simples. Por exemplo, para uma pessoa a solução de um problema está ali bem na sua frente e ela consegue resolver aquilo rapidamente. Mas para a outra, o mundo parece que vai acabar. Não consigo deixar de me perguntar: Se todos nós vivemos num mundo tão prático, porque não somos práticos e flexíveis na hora de encarar nossos conflitos? Afinal, para haver uma situação caracterizada feliz, deve haver a triste. Ninguém consegue aprender sem os erros. Então, porque tentamos tanto fugir disso ao invés de encararmos?





"Por que não assumimos que apesar de termos inventando o robô, não somos um?"



Kamilla de Muinck.






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